sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Campanha Por uma infância sem racismo

 



Seria possível uma infância sem racismo?
Seria possível termos todas as crianças de até 1 ano de idade sobrevivendo?
Seria possível um Brasil com todas as crianças – sem faltar nenhuma delas – tendo seu nome de família assegurado no registro civil de nascimento?
Seria possível termos todas as crianças – sem faltar nenhuma delas – com acesso a educação integral?
Seria possível termos todas as crianças livres dos efeitos da discriminação racial?
Depende de nós!
A discriminação racial persiste no cotidiano das crianças brasileiras e se reflete nos números da desigualdade entre negros, indígenas e brancos.
Com a campanha Por uma infância sem racismo, o UNICEF e seus parceiros fazem um alerta à sociedade sobre os impactos do racismo na infância e adolescência e a necessidade de uma mobilização social que assegure o respeito e a igualdade étnico-racial desde a infância.
Baseada na ideia de ação em rede, a campanha convida pessoas, organizações e governos a garantir direitos de cada criança e de cada adolescente no Brasil.


Dez maneiras de contribuir para uma infância sem racismo
Peças da campanha
Mensagem de Lázaro Ramos, ator e embaixador do UNICEF no Brasil
Adolescentes contra o racismo – Depoimento de Fernando José de Moura Neto
Adolescentes contra o racismo – Depoimento de Gabrielle dos Santos Oliveira
Mensagem dos líderes espirituais

terça-feira, 13 de agosto de 2013

RELAÇÃO ESCOLA COMUNIDADE - REC



Curso Educação Patrimonial: Eco-História do Planalto Central

Carga horária: 90h
 

Aula Inaugural dia 22/08/2013

·         Acolhimento, apresentação dos cursistas com uma dinâmica, apresentação do cronograma do curso e exposição do “Museu da Educação do DF com a Drª Eva Waigrós Pereira / UNB ou a Profª Carmem da EAPE.

1º Módulo: Processos de Ocupação e Povoamento do Planalto Central

·         O Planalto Central Colonial -  Srº Wilson Vieira Junior (Arquivo Público) –  29/08/2013

·         Comissões do Planalto “Comissões Luiz Cruls”: Relatório rota de 12 Km em Sobradinho – Srº Elias Manoel da Silva (Arquivo Público) - 05/09/2013

·         Povos, saberes, moradas e tradições no sertão do Distrito Federal: Srº Wilson Vieira Junior e Elias Manoel da Silva (Arquivo Público)  - 12/09/2013
·         Patrimônio Natural e Cultural: “Vale do Ribeirão de Sobradinho” – Profº José Ivacy (SEDF/Casa do Ribeirão ) – 19/09/2013
      Trabalho de Campo: Trilha da Missão Cruls em Sobradinho, das nascentes à Chapada da Contagem.

        21/09/2013

2º Módulo: Ecossistema, Biodiversidade e Paisagem Cultural
·         Patrimônio Natural do Bioma Cerrado e sustentabilidade – Profº Adriana  Morbeck Esteves (SEDF/ Núcleo de Educação Ambiental) – 26/09/2013
·         Arte e Meio Ambiente - Profº Paulo Pereira –  (SEDF/Planaltina) – 03/10/2013
·         Alfabetização Ecológica: ABCERRADO – Profª Rosângela Corrêa – (Faculdade de Educação/UNB); - 10/10/2013
·         Trilhas Ecopedagógicas naturais e urbanas - Profª Adolpho Kesselring (SEDF / Escola da Natureza) - 17/10/2013
·         Água como matriz ecopedagógica – Profª Vera Catalão (SEDF/UNB) – 24/10/2013
·         Paisagem Cultural –  Mônica Monglli (IPHAN)  31/10/2013
Trabalho de Campo: Corredor Ecológico no Ribeirão Sobradinho: descida avaliativa e mapeamento das nascentes – 26/10/2013

3º Módulo: Patrimônio Cultural: Conceitos e Áreas de Atuação
·         Patrimônio Material – Profª Juno Alexandre Carneiro ( IPHAN) – 07/11/2013
·         Patrimônio Imaterial – Profº Rodrigo Ramassote  (IPHAN) – 14/11/2013
·         Educação Patrimonial – conceitos e práticas – Profª Sônia Regina Rampim /
 (IPHAN) – 21/11/2013
·         Educação Patrimonial – Manual de Aplicação – Programa Mais Educação – CEDUC / IPHAN – 28/11/2013
·         Trabalho de Campo: Visita APA do Cafuringa: última fronteira natural do DF (Rua do Marco), uma leitura interpretativa – 23/11/2013
Obs: O curso será ministrado na Casa do Ribeirão: Av. Contorno Qd.09 – Viveiro NOVACAP entre Sobradinho I e II.   – Inscrições no site da EAPE até dia 20/08 e após com Adriana Tosta ou Willian através do número: 3901-4424 / 3192

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

ENCONTRO DOS SABERES TRADICIONAIS

Informe - Cronograma:

Reunião de apresentação do projeto Encontro de Saberes aos professores da Secretaria de Educação do Distrito Federal

 Data: 16 de agosto de 2013
Horário: 16:00h às 18:00h
Local: Sede do INCTI – Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia - INCT/CNPq – Universidade de Brasília – UnB. Endereço: Campus Universitário Darcy Ribeiro - UnB, ICC Sul Subsolo, Sala BSS 135/138 - Asa Norte – Brasília - DF – Brasil.
Público-alvo: Professores da Secretaria de Educação do Distrito Federal que participarão da disciplina “Artes e Ofícios dos Mestres Tradicionais” na UnB.
Objetivo: Apresentação da proposta político-pedagógica do projeto Encontro de Saberes.
Programação:

15h30 - Recepção - Coffee break.

16:00h - Abertura – apresentações e expectativas.

16h30 - Apresentação do projeto Encontro de Saberes e da proposta da disciplina “Artes e Ofícios dos Mestres Tradicionais” – professor José Jorge de Carvalho.

17:00h - Debate.

17h40 - Exibição do vídeo “Encontro de Saberes”.

18:00h - Encerramento.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

CEDIV E UNB OFERECEM:

ARTES E OFÍCIOS DOS SABERES TRADICIONAIS

Estão abertas as inscrições para a formação do projeto Encontro de Saberes nas Universidades Brasileiras, que integra a disciplina “Artes e Ofícios dos Saberes Tradicionais", ofertada pelo Departamento de Antropologia na Universidade de Brasília, coordenado pelo Prof. José Jorge de Carvalho.

A disciplina está dividida em módulos : Módulo I - Pensar, Sentir, Fazer: Eixos Norteadores do Projeto Encontro de Saberes/Disciplina-Artes e Ofícios dos Saberes Tradicionais; Módulo II - Dança, Música e Teatro do Cavalo Marinho; Módulo III – A Arquitetura da Casa Tradicional Xinguana;
Módulo IV – Saberes Sociomusicais: Congado e Moçambique; Módulo V - Preservação e Conhecimento das Espécies do Cerrado: Saberes e Práticas Tradicionais de Cura Através das Plantas Medicinais.

O número de vagas ofertadas será 10 por turno (matutino e vespertino) e as  aulas terão início no próximo dia  16 de agosto.

É necessário enviar mini currículo para o e-mail diversidadecoordenacao@gmail.com. O preenchimento da ficha cadastral e entrega das cópias do RG, CPF e comprovante de residência, será realizada no 1º encontro.

Informações: CEDIV 3901-4424/3192

segunda-feira, 8 de julho de 2013


O RACISMO ESTÁ CRESCENDO


O relator da ONU encarregado de avaliar a discriminação no mundo, Doudou Diène, diz que o preconceito é cada vez maior em muitos países e que no Brasil ele está profundamente arraigado em toda a sociedade. 

POR DAYANNE MIKEVIS
FOTOS: EDU MORAES
 

Doudou: "A discriminação é o pilar ideológico deste hemisfério"
O Brasil recebeu no mês passado a visita de um homem cuja a missão de fazer três perguntas a um eclético grupo de pessoas, que ia de representantes da sociedade civil ao presidente da República. Para isso, passou dez dias no país cumprindo uma agenda atribulada em Brasília, Rio de Janeiro, Salvador, Recife e São Paulo. Na forma, as questões eram absolutamente singelas: a) Existe racismo no Brasil?; b) Quais são as manifestações de discriminação e racismo atualmente?; e c) Quais são as soluções para combater o problema? Se perguntar não ofende, como reza o velho bordão, não se pode dizer o mesmo das respostas que o senegalês Doudou Diène ouviu. O relator especial da Comissão de Direitos Humanos da ONU para as Formas Contemporâneas de Racismo e Discriminação disse que ficou "perturbado" com certas coisas que escutou e observou. O relatório com sua análise será divulgado pelas Nações Unidas somente em março. Um dia antes de partir, no entanto, Doudou abriu espaços entre seus compromissos em São Paulo para responder suas próprias perguntas e compartilhar com os leitores da Raça suas primeiras conclusões. Ditas em francês, inglês e um pouco de espanhol - por telefone, pessoalmente e numa entrevista coletiva -, estas são as suas impressões:
 
Raça - O senhor está há quatro anos na função e já visitou diversos países. Como está o racismo no mundo? 

Doudou Diène - Há um recrudescimento do racismo. Nos últimos anos ocorreram três conferências internacionais para combate ao racismo. A última foi a de Durban, e uma convenção internacional foi feita. Apesar disso, atos de racismo ocorrem em todos os continentes e se traduzem em violência. Estamos assistindo à legitimação intelectual do racismo de uma forma que não víamos alguns anos atrás. Samuel Huntington, professor da Universidade Harvard, publicou recentemente o livro Where Are We? ("Onde estamos?"), cuja tese principal é que a presença dos latinos na América do Norte é uma ameaça à cultura norte-americana. É um livro de muitas páginas, que legitima a discriminação da população latina nos Estados Unidos. Portanto, vemos que o bicho está saindo da floresta. Criou-se um ambiente no qual essas coisas podem ser ditas agora. O combate ao terrorismo, que é legítimo, acabou justificando a discriminação contra certos grupos. Tudo isso leva a pensar que a discriminação racial e a xenofobia são as ameaças mais graves aos princípios democráticos. É cada vez maior o número de agremiações políticas que adotam discursos racistas. Na Europa, alguns partidos xenófobos vêm obtendo 15%, 20% dos votos. Isso é muito grave.
 
"QUANDO O MAPA DA ORGANIZAÇÃO SOCIAL E POLÍTICA COINCIDE COM O MAPA DAS ETNIAS MARGINALIZADAS, É SINAL DE UM RACISMO ESTRUTURAL PROFUNDO"
 
Há racismo no Brasil?
Recebi dois tipos de resposta. No documento que o Brasil assinou em 2001, na última conferência internacional contra o racismo, realizada em Durban, na África do Sul, o presidente Fernando Henrique Cardoso reconhecia a realidade do racismo. Em contrapartida, encontrei alguns dirigentes estaduais e federais, que relativizam a realidade e a importância do racismo, com base no argumento ideológico da democracia racial. Notei uma grande diferença entre o reconhecimento do racismo pelos aparelhos de Estado e a vontade manifesta de combatê-lo, quando não a própria negação de parte de algumas autoridades. Todas as comunidades com que me encontrei no Brasil - com exceção da japonesa em São Paulo - expressaram com grande dor e sofrimento a profundidade do racismo. A discriminação constitui o pilar ideológico deste hemisfério, e isso inclui o Brasil. Tendo em conta que o país recebeu 40% da população escrava no mundo, ele foi marcado por essa herança. O racismo é uma construção que tem uma extensão intelectual muito intensa, que impregnou a mentalidade das pessoas. Portanto, tiro duas conclusões preliminares sobre a pergunta. Uma é que o racismo certamente existe no Brasil e a outra é que ele tem uma dimensão histórica considerável.

Segue o link com a entrevista completa.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

I Want To Know What It's Like - Quero Saber como é...


Um vídeo que busca despertar nossas sensibilidades para a
 igualdade de direitos.





PROJETO





Vem aí a sua II fase!

A Cor da Cultura é um projeto educativo de valorização do patrimônio cultural afro-brasileiro, em apoio a implementação da Lei 10.639 no Brasil.
Realizaremos, nos dias 02 e 03 de julho,  a 2ª fase do Projeto que será em forma de seminário (dia 02/07, no auditório do CIL 01- 908 sul) e minicursos/oficinas (dia 03/07 na EAPE).
As inscrições se encontram abertas para todos os interessados da Rede, sendo 125 vagas para o turno matutino e 125 para o vespertino.

Participe!






sexta-feira, 5 de abril de 2013

Coordenação de Educação em Diversidade–CEDIV: Documentos norteadores

                           
EDUCAÇÃO DO CAMPO



·        Diretrizes Operacionais para a Educação Básica nas Escolas do Campo - PARECER N.º: 36/2001
·         Parecer CNE/CEB nº 23/2007, que trata da consulta referente às orientações para o atendimento da Educação do Campo.
·   Dias letivos para a aplicação da Pedagogia de Alternância nos Centros Familiares de Formação por Alternância (CEFFA)
·    Dispõe sobre a política de educação do campo e o Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária - PRONERA.

PROGRAMA ESCOLA ABERTA


·         Lei nº 9.608, de 18 de fevereiro de 1998, que regulamenta a prestação de serviços voluntários.
·     MANUAL OPERACIONAL DE EDUCAÇÃO INTEGRAL – Orienta a operacionalização do Programa Mais Educação, na perspectiva da Educação Integral, onde o Programa Escola Aberta está inserido, conforme definido na Resolução Nº 21, de 22 de junho de 2012.
·      RESOLUÇÃO Nº 21 DE 22 DE JUNHO DE 2012 - Destina recursos financeiros, nos moldes e sob a égide da  Resolução nº  7, de  12    de  abril  de 2012, a escolas públicas municipais, estaduais e do Distrito Federal,  para assegurar  que essas realizem  atividades de  educação integral e  funcionem  nos  finais de  semana,  em conformidade com os  Programas Mais Educação e Escola Aberta
·         RESOLUÇÃO Nº 30 DE 03 DE AGOSTO DE 2012 - Dispõe sobre a destinação de recursos financeiros, nos moldes e sob a égide da Resolução nº 7, de 12 de abril de 2012, a escolas públicas municipais, estaduais e do Distrito Federal, que possuam alunos matriculados no ensino fundamental e médio registrados no censo escolar do ano anterior ao do atendimento, com vistas a assegurar a realização de atividades culturais, por intermédio do Mais Cultura nas Escolas, de forma a potencializar as ações dos Programas Mais Educação e Ensino Médio Inovador
·         MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Programa Escola Aberta, 2007
·         UNESCO. Série Saber e Fazer
·         UNESCO. Coleção Abrindo Espaço

EDUCAÇÃO PARA AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS


·         ·   Lei 10639/2003 - Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira", e dá outras providências.
·       ·         Lei 11645/2008 - Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena
·       ·         Lei nº 9394Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Art. 26-A - Nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, públicos e privados, torna-se obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena. (Redação dada pela Lei nº 11.645, de 2008)..e 79B - Art. 79-B. O calendário escolar incluirá o dia 20 de novembro como ‘Dia Nacional da Consciência Negra’.(Incluído pela Lei nº 10.639, de 9.1.2003)
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm
·         Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana
·         PARECER N.º: CNE/CP 003/2004 que regulamenta as  Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana
·         Estatuto da Igualdade Racial – Biblioteca digital da Câmara dos Deputados
·         Plano Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afrobrasiliera e Africana
·                  Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Indígena
·         Parecer CNE/CEB nº 16/2012, aprovado em 05 de junho de 2012 que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Escolar Quilombola na Educação Básica
·           Orientações e Ações para Educação das Relações Étnico-Raciais
·         Decreto 4.887, de 20 de novembro de 2003 - Regulamenta o procedimento para identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação e titulação das terras ocupadas por remanescentes das comunidades dos quilombos de que trata o art. 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.
                                                      
EDUCAÇÃO EM GÊNERO E SEXUALIDADE



·         Plano Nacional de Políticas para as Mulheres expressa a vontade política do Governo Federal em reverter o padrão de desigualdade entre homens e mulheres em nosso País
·         Lei Maria da Penha, 11.340/2006, estabelece que todo caso de violência doméstica e intrafamiliar é crime.
·         Resolução n°1/2012 do Conselho Regional de Educação do Distrito Federal, estabelece a educação dos direitos da mulher e outros assuntos com o recorte de gênero nos currículos da Educação Básica.
·         Programa Brasil Sem Homofobia, tem como um dos objetivos centrais a educação e a mudança de comportamento dos gestores públicos.
·         Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT, reflexo do esforço do Governo e da Sociedade Civil na busca de políticas públicas e do fortalecimento do Programa Brasil sem Homofobia.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Dez maneiras de contribuir para uma infância sem racismo


1. Eduque as crianças para o respeito à diferença. Ela está nos tipos de brinquedos, nas línguas faladas, nos vários costumes entre os amigos e pessoas de diferentes culturas, raças e etnias. As diferenças enriquecem nosso conhecimento.
2. Textos, histórias, olhares, piadas e expressões podem ser estigmatizantes com outras crianças, culturas e tradições. Indigne-se e esteja alerta se isso acontecer – contextualize e sensibilize!
3. Não classifique o outro pela cor da pele; o essencial você ainda não viu. Lembre-se: racismo é crime.
4. Se seu filho ou filha foi discriminado, abrace-o, apoie-o. Mostre-lhe que a diferença entre as pessoas é legal e que cada um pode usufruir de seus direitos igualmente. Toda criança tem o direito de crescer sem ser discriminada.
5. Não deixe de denunciar. Em todos os casos de discriminação, você deve buscar defesa no conselho tutelar, nas ouvidorias dos serviços públicos, na OAB e nas delegacias de proteção à infância e adolescência. A discriminação é uma violação de direitos.
6. Proporcione e estimule a convivência de crianças de diferentes raças e etnias nas brincadeiras, nas salas de aula, em casa ou em qualquer outro lugar.
7. Valorize e incentive o comportamento respeitoso e sem preconceito em relação à diversidade étnico-racial.
8. Muitas empresas estão revendo sua política de seleção e de pessoal com base na multiculturalidade e na igualdade racial. Procure saber se o local onde você trabalha participa também dessa agenda. Se não, fale disso com seus colegas e supervisores.
9. Órgãos públicos de saúde e de assistência social estão trabalhando com rotinas de atendimento sem discriminação para famílias indígenas e negras. Você pode cobrar essa postura dos serviços de saúde e sociais da sua cidade. Valorize as iniciativas nesse sentido.
10. As escolas são grandes espaços de aprendizagem. Em muitas, as crianças e os adolescentes estão aprendendo sobre a história e a cultura dos povos indígenas e da população negra; e como enfrentar o racismo. Ajude a escola de seus filhos a também adotar essa postura.
Fotos: João Ripper e Manuela Cavadas – © UNICEF

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Pós Graduação Lato Sensu em Direitos Sociais do Campo.



Acaba de ser aprovado na PRPPG da UFG o projeto de Pós Graduação Lato Sensu em Direitos Sociais do Campo.

O projeto está estruturado em tempo escola e tempo comunidade, com ênfase na extensão e pesquisa.

Tem a participação do Curso de Serviço Social o qual garantirá, pela prática, a interdisciplinaridade.

A princípio 3 etapas presenciais, de 20 dias, sendo que a primeira etapa tem previsão para o mês de Julho deste ano. Provavelmente as outras etapas serão em Janeiro e Julho de 2014.

Consta no projeto que todos os estudantes serão bolsitas do CNPq, com bolsa de R$ 550,00, até o final da pós.
Ou seja, uma especialização em Direito que os educandos recebem ao invés de pagar.

Inclui também hospedagem, alimentação e transporte do local de origem até a Linda Cidade de Goiás Velho.

Será uma oportunidade de (des) (re) construirmos as práticas e os pensamentos acerca do Direito e da questão da Terra. Logicamente, a turma fará a construção de seu projeto político pedagógico.

Há previsão de participação de professores de outras Instituições de Ensino.

Qualquer graduado pode fazer. Desde que tenha feito pesquisa, ou extensão, ou EIV, no Campo. Ou seja, advogados, técnicos, etc... que atuam com a questão da Terra podem se habilitar.

Sobre o processo de seleção, a coordenação está finalizando o edital, que em breve será divulgado.

Será uma oportunidade histórica para a Educação Jurídica, Direito e questão da Terra.